Enfermeiros das Unidades Básicas de Saúde (UBS) assistem a palestras sobre Hanseníase na Faculdade Wenceslau Braz

Publicado por SECOM em: 04/02/2019



No mês de janeiro comemora-se o combate à Hanseníase. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a Hanseníase antigamente era conhecida como lepra, uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. Hoje, a Campanha Janeiro Roxo enfatiza a importância do diagnóstico e do tratamento da doença, oferecido gratuitamente aos pacientes.

Sendo assim, a Prefeitura realizou, no dia 30 de janeiro, quarta-feira, uma ação referente ao Janeiro Roxo, na Faculdade Wenceslau Braz. Os enfermeiros e enfermeiras das Unidades Básicas de Saúde do município assistiram a palestras referentes à doença. O Janeiro Roxo reforça o compromisso de controlar a hanseníase, promover o diagnóstico e o tratamento correto, além de difundir informações e desfazer preconceitos que prejudicam o diagnóstico preventivo da doença.

A Secretaria de Estado de Saúde enfatiza que a doença inicia-se, em geral, com manchas brancas, vermelhas ou marrons em qualquer parte do corpo, com alteração de sensibilidade à dor, ao tato, ao quente e ao frio. Podem aparecer também áreas dormentes, especialmente nas extremidades, como mãos, pernas, córneas, além de caroços, nódulos e entupimento nasal. Nesses casos, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

A Hanseníase tem cura e o tratamento está disponível nas unidades de saúde pública pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Vale ressaltar que após iniciar o tratamento, que dura entre 6 a 12 meses, mesmo os pacientes da forma contagiosa, cerca de 30% do total, já não transmitem para as pessoas com quem convivem. Os contatos domiciliares dos pacientes com hanseníase têm maior risco de desenvolver a doença, portanto, também devem ser examinados e orientados.