Brasão de Itajubá



Em 6 de dezembro de 1967 foi instituído o Brasão Heráldico do município de Itajubá, por meio da Lei Municipal nº 778, assinada pelo então prefeito de Itajubá Luiz Carlos Tigre Maia.

Elaborado pelo heraldista (especialista na arte de descrever os brasões de armas ou escudos) Arcinoé Antônio Peixoto de Faria, o brasão possui um modelo de escudo clássico flamengo ibérico, conhecido também como escudo português, que afirma nossa origem, lembrando a raça colonizadora e principal formadora da nacionalidade brasileira. A coroa mural que o sobrepõe é o símbolo universal dos brasões de domínio prata de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis em perspectiva do desenho, classificando a cidade que representa na Segunda Grandeza, ou seja, sede de Comarca.

O metal ouro do campo do escudo é o símbolo heráldico de riqueza, generosidade, prosperidade, poder e mando. No abismo, ao centro do escudo, as espadas de sable (preto), lembram a Fábrica de Armas de Itajubá (hoje Imbel), entrecruzadas, dando sentido de defesa de nossa soberania.

O escudete de azul blau representa ao natural a Cachoeira Dourada, que se despenca do penhasco de sable (preto), evoca no brasão a verdade histórica sobre a origem do nome de Itajubá, que significa a água que cai do alto, cascata ou cachoeira. Seu exterior, o listel de blau azul tornando duradouro no brasão a divisa que todos os itajubenses procuram seguir: “Revelemo-nos mais por atos que por palavras”, frase que norteou as ações de seu idealizador, Theodomiro Carneiro Santiago.